Pessoas doidas, malucas e críticas! Sendo amigáveis, podem postar comentários!

14 fevereiro, 2008

Gente,

Hoje tenho muito pra falar, porém pouca criatividade. SuperMalaVox, assuma o controle!!!

Personalidades: Reclamar Ou Aceitar?

Estava eu refletindo sobre o comentário da Odonata, feito mais pelo MSN (é; dessa vez não foi no Skype...) do que por este blog. Disse ela que a vida é um constante se moldar, para não ocorrer uma catástrofe geral, o que voltou à minha postagem da máscara. Senti isso na pele por esses dias, seja de pessoas se moldando a meu gosto, quanto de mim me moldando a alguém. Mas será que é tão fácil assim obter esse molde perfeito? Três exemplos me mostram mais que não do que que sim:
Uma enfermeira, de algum lugar do país, reclama de tudo comigo. Se eu leio para ela, ela reclama que eu não leio com todas as letras, porque eu mesmo acho mais fácil resumir; se não leio, lá vem a referida maluca reclamar da fonte do texto que tá pequena, que aliás pra leitor de telas normalmente não faz a mínima diferença. Se não falo com ela, é porque não sou amigo; se quero falar, ela diz que não tem tido tempo. Mas o fato é que sempre se encontra pessoas de todos os tipos na internet, e apesar de tanto reclamar, ela é uma boa conselheira. Com relação à saúde, é preocupada que só ela! Mas vamos ao segundo caso:
O que posso dizer quando, de uma forma ou de outra, as pessoas agem diferentemente sob a mesma circunstância? Por exemplo:
uma pessoa se sentindo mal, normalmente se sabe que o problema é dela, gosta de resolver com a outra pessoa, e pedir desculpas, ou mesmo espera que a pessoa venha na mesma hora fazer esse pedido; eu, por outro lado, quando estou magoado, ou mesmo indisposto, prefiro ficar sozinho e não ser impulcionado a fazer o que eu não quero. Quem me conhece, sabe como eu fico irascível, gritalhão, e até consigo magoar mais do que eu mesmo já estou magoado. E essa postura também me leva ao terceiro caso:
Será que eu mesmo consigo entender reações de afastamento de alguém de mim quando ele está mal por algo que eu penso diferente e que não pretendo mudar? Um exemplo é a já citada comandante das comandantes; Muita gente fala dela como se fosse um mito, e não uma passagem. Fala como se fosse uma criatura horrenda, e não um estado natural. E talvez por eu ter presenciado gente morrendo praticamente na minha frente, sendo levada por ela sem mais nem menos, sinto mais por quem vive sofrendo do que por quem já morreu. Sendo assim, falo com uma certa frieza, ou naturalidade, que "esse se foi". Mas muita gente se sente incomodada. Tudo bem, se deve ficar triste por quem morreu, mas por outro lado, até onde essa tristeza é válida? E se é válida, tem explicação lógica? Ficar triste é pela pessoa que morre, ou pela gente por saber que um dia também vai? E nisso eu não me moldo e sempre acabo ferindo pessoas da mesma forma que elas me ferem quando eu quero ficar sozinho e elas querem resolver a minha paranóia...

Mortalmente comandado,
Doidus.

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