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05 janeiro, 2007

E aê turma!

Com uma teclagem cada vez mais escangalhada que a outra, lá vou eu:

Como Posso Saber

Depois de uma carta recebida hoje, e de uma conversa, fiquei pensando como a
vida é incerta, e ao mesmo tempo, totalmente previsível. Incoerente?
Provavelmente não... Explico:
A carta, embora nos pegara de surpresa, falara de uma situação inesperada e,
até eu que classifico que o último sempre é o momento mais marcante, mais
objetivo, me assustei! A conversa também. Mostrou que o ser humano segue
por caminhos sem saber onde eles vão chegar; seguem por
estradas, que tanto podem levar a trilhas com árvores frutíferas como a becos
sem saída. Mas se segue, pelo prazer de seguir. Não se sabe, nem se no final, a
trilha é larga para um grupo, ou estreita e individual. Se pede um apoio, mas
não se sabe se vai ter lugar pra todos no final da trilha. É incoeerente seguir
assim, mas previsível. É o prazer do gostar do que se faz, o prazer
do ter pelo que lutar... Mas até onde se tem como levar todos os soldados que
se ocupou? E caso não se tenha... O que vai acontecer? Se volta para trás, ou se
segue em frente? Se vem buscar, quando se percebe que esse soldado tava
dessa vez querendo ir, e não abandonando a guerra, ou se
deixa para trás, na pressa de marchar? Qual a frase mais
objetiva? Um por todos e todos por um,
ou cada um por si e Deus por todos? Se for um por todos e todos por um, por
que quando um soldado morre em guerra, outros choram
por ele, sabendo que esse soldado, talvez, tenha ido preparar o
lugar ideal pra quem ainda luta? A terra dos heróis valentes é lugar certo pra
muitos, mas como ela vai estar preparada, se alguém não for primeiro? Mas
se for assim, então qual é a técnica de proteger esse soldado, para que ele não
enfraqueça e morra ferido?

Estranhamente e sem sentido,
Doidus.

1 Comments:

Blogger Parabellum said...

...

4:03 PM

 

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